Confira Isso!!!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Estudar Inglês em Toronto



Bem-vindo a Toronto!

Dessa vez, gostaria de compartilhar com vocês minha experiência em estudar inglês na cidade de Toronto. No ano de 2014, especificamente de janeiro a fevereiro passei uma temporada nessa cidade que considero a melhor do Canadá para se fazer um intercâmbio. Posso listar vários pontos:

  • Multicultural;
  • Opções de lazer;
  • Opções de compra;
  • Próximo as grandes cidades americanas;
  • Super segura;
  • Várias opções de escolas de idiomas;
  • E um monte de brasileiros :)
Essa última vai variar de cada pessoa, sei que muitos dizem para fugir de brasileiros, mas existem benefícios de estar próximo da comunidade brasileira, tais como: Quando bate aquela saudade de comer algo do Brasil, quando um problema acontece e se recorre a um amigo brasileiro e por ai vai...
No meu caso também, como relatei nesse post Explorando o Territorio - Moncton eu morei por 3 meses em Mocton em New Brunswick e por lá não encontrei nenhum brasileiro. Então já estava meio com saudade de falar português :p

Voltando ao assunto intercâmbio em Toronto... Eu contratei a escola diretamente do Brasil, por conta própria e ao meu ver isso faz uma enorme diferença no preço! Devo ter pago em torno de 350 dólares por cada mês, 2 horas de segunda a sexta, esse valor eu paguei com meu cartão de credito e logo recebi minha carta de aceite para poder pedir o visto canadense. Nessa época eu ainda não era residente permanente do Canada, então eu vim com um visto de turista, informe-se sempre no site oficial para saber qual sera o tipo de visto que vai precisar Tipos de visto para o Canadá ou busque por um agente especializado se você tiver dificuldades em entender o processo.

Eu estudei na ILAC Night School (infelizmente não estou ganhando nenhum dinheiro para indicar essa escola, pra mim a escola foi boa e somente isso). Ela é a versão mais barata da ILAC  as duas são a mesma escola a diferença que na escola onde eu estudei o curso era ministrado no período vespertino e/ou noturno. Para mim não fazia diferença, pois o valor era mais baixo e eu também não gosto de acordar cedo (Ai que vergonha). Minha outra opção era a escola Hansa Language Centre, existem milhares de escolas de idiomas em Toronto, basta você definir quais são seus objetivos, na minha opinião, pouco importa a escola, desde que o foco seja aprender inglês e sempre buscar estar em imersão, assim não tem como não aprender.  

Eu fiz o curso de Inglês para Negócios e gostei bastante bem prático e o grupo era bem misturado, tendo japoneses, brasileiros, mexicanos, russos... e no meu curso tinha mais estudantes que moravam ou trabalhavam em Toronto.

Com relação à moradia eu preferi morar em um hostel, esse poderá ser um outro tópico interessante, pois eu morei fazendo work for stay neste hostel, ou seja, eu trabalhei algumas horas em troca de acomodação. O meu objetivo sempre foi economizar por que Toronto e uma cidade bem cara. E também eu sou um adulto, não estava interessado em seguir regras de uma casa de família ou morar longe do centro da cidade onde estava toda a diversão. Eu morava a 2 quadras da Dundas Square e a 20 minutos andando da minha escola e ainda praticava inglês trabalhando nesse hostel! Match perfeito!


Toronto  -  as 2 horas da manhaEu aproveitei bastante Toronto, principalmente por morar na região mais central, então eu não tinha preocupação com a hora de voltar para casa e nem precisei gastar dinheiro com o passe mensal. Toronto é bem servida por metrô, ônibus. Conheci pessoas que moravam em cidades da região metropolitana e também nunca reclamaram de problemas em se locomover...a não ser pela distancia e demora para se chegar ao centro. Mas morar no centro e caro, talvez dividir um apê possa ser mais vantajoso.


Mamãe, papai e futuros intercambistas, este post é mais direcionado a pessoas independentes, pois eu assumi todos os riscos de comprar passagem aérea, comprar o curso, pedir o visto, buscar acomodação de forma alternativa. Vir em um intercâmbio para o Canadá por contra própria não é impossível. Mas se você dispõe de dinheiro para uma viagem mais cômoda ou mesmo ter a certeza que seu filho, especialmente os menores de idade estejam viajando sem riscos, busquem por um agente de viagem.

Espero que meu relato possa encoraja-los e quando mais jovens saírem do país para ter uma experiência de vida independente, passem por perrengues, vejam a qualidade de vida que o Canada fornece para os seus habitantes, cobrando a mesmo percentual de impostos cobrados no Brasil, vamos amadurecer e cobrar mais de nossas autoridades. Um intercâmbio amadurece muito. Falo por experiencia própria ;)














Mais informações »

domingo, 9 de novembro de 2014

Explorando o Território - Moncton - New Brunswick, Canadá

De outubro a dezembro de 2013, três meses morando na cidade de Moncton – New Brunswick, Canadá.  Moncton é a maior cidade da região chamada de “Maritimes” que engloba também Nova Scotia e Prince Edward Island. Todos me perguntavam o porquê de ter ido para lá. Na verdade eu escolhi passar um tempo nessa cidade somente para esperar meu visto de residente permanente, numa cidade pequena e pelo bilinguismo da região. Fui para um hostel – termo em inglês para “hotel barato” para jovens, no qual eu fiz um tal de – work for stay – a maioria dos hostels ao redor do mundo praticam essa modalidade, onde se trabalha algumas horas em troca de hospedagem, não envolve remuneração, zero dinheiro. Porém me ajudou muito a economizar meu dinheiro, já que eu não tinha a permissão de trabalho. Mas para mim a maior vantagem era poder praticar os idiomas inglês e francês. A província de New Brunsweck é a única em todo o Canadá que é oficialmente bilíngue.




O hostel que eu trabalhei se chama C’mmon Inn, o gerente Nick nasceu na região então é bilíngue, e tinha mais dois helpers como eu no hostel, um carinha que era de Ontário e falava inglês como língua materna, a outra helper era da Bélgica, francês como língua materna, eu falava em inglês com ele e em francês com ela, perfeito!   
A cidade de Moncton tem aproximadamente 250.000 habitantes, e ela aparenta ser um pouco dividida de certa forma entre ingleses e franceses. Algumas pessoas vão misturar o francês e o inglês e acabaram criando um novo dialeto chamado de Chiac, somente eles entendem. Quem mora em Moncton vai falar inglês com mais frequência e quem mora do outro lado o rio na cidade de Diepe que faz parte da grande Moncton, fala francês. A cidade é super tranquila, o centro da cidade se concentra em apenas uma rua chamada: rue Main st.

Vale a pena ir para lá?

Depende do objetivo. Para mim foi super legal. Aprendi a trocar de idioma em uma conversa com mais facilidade. Visitei as cidade de Halifax – Nova Scotia que fica a 1,5h  de carro e Charllotetown – Prince Edward Island 1h de carro, essa última pitoresca e com um charme único, ela era a minha primeira opção para ir passar uma temporada, mas nenhum hostel me aceitou como helper na época. A região de Moncton é bem servida de natureza, o parque Hope Well que fica a 30 min de caro do centro da cidade de Moncton, além das praias que são até consideráveis, para quem vem do sul, como eles dizem por aqui, pena que eu não pude aproveitar pois no outono não estava mais para praia. Vi as mudanças de estação, gostei da experiência de morar numa cidade pequena para os meus padrões. 


A província de New Brunswick tem um programa de imigração para francófonos, mas tem que ser um candidato de um país de língua francesa... o número de francófonos está diminuindo por lá, mesmo apesar da única universidade pública da cidade, Universidade de Moncton ser em francês.
Em dezembro quando eu recebi o visto de residente permanente deixei a cidade e fui para Montreal para ir até a fronteira... já escrevi sobre isso neste post Lading por terra - Meu Relato

Depois que atravessei a fronteira fui pra Toronto... estou pensando sobre o que escrever sobre Toronto...antes de voltat difinitivamente para Montreal.




Mais informações »

domingo, 19 de janeiro de 2014

Landing por Terra - Meu relato

Como vai pessoal?

Gostaria de compartilhar com vocês a minha experiencia. Quando eu recebi o visto de imigrante, eu já estava no Canada com um visto de turismo, estava morando em Moncton - New Brunswick. Então o que teria que fazer para mudar meus status, seria ir ate a fronteira com os documentos enviados pelo consulado, os quais confirmam eu ter sido aceito como residente permanente, ou seja, levei meu passaporte e a confirmação de residente permanente.

Meu plano seria alugar um carro, porem, devido a neve e o gelo acumulado por toda parte eu fiquei com receio e apenas comprei um bilhete de ônibus que iria para a divisa de Quebec - Canada com Vermont - EUA, que acabou saindo mais barato que alugar um carro.

Tudo ocorreu de forma tranquila, tive que mostrar o passaporte e os documentos ao entrar no ônibus em Montreal e quando chegamos a fronteira com os EUA, todos desceram para apresentarem-se ao agente de imigração da aduana americana. A imigração americana foi um pouco mais tensa, não tive que responder muita coisa, pois logo já disse que estava ali  para alterar meu status no Canada. O problema foi voltar ao lado canadense, pois o ônibus iria em direção ao EUA. O que acabou acontecendo foi que os agentes da imigração americana me conduziram de carro - oficial deles - ate o lado canadense, segundo eles seria muito perigoso atravessar a pé e ainda mais que já estava escuro. Que medo!

No lado canadense, super relax, opção de falar em francês ou inglês, resumindo foi só conferir a papelada. Mostrei o passaporte e a confirmação de residencia permanente e eles só preencheram o formulário. Me perguntaram quanto de dinheiro eu estava trazendo, nem pediu para ver e alguns procedimentos sobre se eu iria trazer coisas do Brasil.

Olha confesso que quando peguei o ônibus para ir para Montreal  - o ônibus para dentro da imigração e de la você só entra e continua a viagem - saiu um peso enorme das minhas costas.

No momento estou em Toronto, onde estou fazendo um curso de inglês para depois voltar para Quebec. 

Foi uma aventura e tanto o landing acho que vir de avião e bem mais simples :)


Mais informações »

domingo, 25 de agosto de 2013

Aprender Inglês Grátis

E aiii...

Compartilhando conhecimento, vou falar de alguns sites que já usei para aprender idiomas: espanhol, francês e inglês. Todos eles são gratuitos e me ajudaram muito.
O primeiro ao qual tive contato foi o Livemocha com gramática, vocabulário, áudio. A parte que eu mais gostava era corrigir exercícios de outras pessoas, no site você pode encontrar pessoas on line para praticar o idioma . Outro que usei, porém com pouca intensidade foi o Busuu com a mesma dinâmica que o Livemocha.

Eu indico mais o Duolingo prático, dinâmico, abrange todos os aspectos do aprendizado de idiomas ouvir, escrever e falar. Particularmente gosto mais dele. Ah! Eu coloquei no google "aprender inglês on line" e encontrei um site com dicas de 8 outros sites para aprender inglês: 8-cursos-de-inglês-online-grátis-que-você-deveria-conhecer

Eu uso os canais do youtube para aprender e também para praticar "listening", o youtube está repleto de videologs onde pessoas nativas do idioma divulgam suas dicas, vidas, what ever,basta você escolher os temas que mais te agradam! Veja a lista abaixo de alguns que eu sigo:

Learn English with Ronnie! Inglês Canadense

Sonia's travels - Inglês Americano

TabloidJunk - Inglês Australiano

Outra forma de aprender inglês na internet que e eu uso e abuso! São as web séries \o/. Eu assisto neste site: Watch Online Series  PS: Ative seu bloqueador de pop up ; )

Agora o que mais me fazia falta era encontrar alguém para praticar o idioma e acredito que para muitas outras pessoas também.  A próxima dica serve para pessoas mente abertas e aventureiras:  Couchsurfing, se você não conhecer, é uma rede social para hospedar e ser hospedado. Geralmente são jovens viajando ao redor do mundo, porém nem sempre você precisa hospedar alguém para conhecer estrangeiros. Existem os grupos do CS em várias cidades e alguns bem ativos e se encontram regularmente,
sempre tem um gringo sendo hospedado por alguém, uma forma a mais de praticar idiomas.



Bom fico por aqui!

Um abraço a todos.
Mais informações »

domingo, 18 de agosto de 2013

Entrando no Canada com Visto de Turista

Galera,
 
Cá estou eu em terras canadenses novamente, porém desta vez está fazendo um calorzão "desgracento". Resolvi escrever esse post, exatamente porque me fizeram muito mais perguntas do que da ultima vez que estive aqui.
 
Para vir ao Canadá desta vez eu solicitei um visto de turista com múltiplas entradas. E ainda comprei um curso de inglês em uma escola em Toronto com duração de um mês. Tudo ok. Recebi meu visto bonitinho, então organizei minha vinda para Toronto.
 
Cheguei em Toronto no dia 7 de agosto pelo Pearson Airport e fui direto para a imigração, com documentação organizada em uma pasta e o documento imigratório já preenchido. Eu estava bem tranquilo, pois não era minha primeira vez em visita ao Canadá. Chegado minha vez na fila, fui chamado por uma agente de imigração que somente conferiu  meu passaporte e pediu minha carta de aceitação da escola e disse " Welcome to Canada". Sai todo "faceiro" como dizia minha avó,  - eba! tudo ocorreu super bem" Bullshit!!!! A outra agente me pediu para ir em outra direção  - geralmente você vai direto para o setor de retirada de bagagem - onde me deparei com outra fila! A galera estava lá para explicar melhor os motivos de estar no Canada. Minha ultima vinda ao Canada o agente de imigração apenas pediu meu passaporte e me perguntou o motivo da viagem e só! Fiquem espertos quando o agente de imigração for mulher - elas perguntam mais, curiosidade feminina! uhhh vão me matar por causa desse comentário. 
 
Bom, nessa outra fila fiquei aproximadamente 5 minutos, onde fui questionado sobre:
 - O motivo da minha;
- Quanto tempo pretendia ficar;
- Onde eu iria ficar;
- Quanto eu trouxe para a viagem;
- A origem do dinheiro;
- Se estava trabalhando no Brasil e o que eu fazia;
- Onde eu estive na minha ultima vinda ao Canadá;
- O que eu tinha feito na minha ultima viagem ao Canadá;
- Carta de Aceite da escola.
 
Respondi todas as "perguntinhas básicas"  e no final a agente ainda me perguntou se eu tinha um pedido de imigração para o Canadá, eu respondi que sim e que estava na parte inglesa  para aprimorar o inglês e me preparando para a vida aqui.
 
Me surprrendi com a resposta dela: You are doing well, that is why you're welcome to Canada!  Você está fazendo o certo. Por isso você é bem-vindo ao Canadá.
 
UFA!!!! Depois de tantas perguntas eu estava começando a ficar preocupado! rrs
 
Bom deu tudo certo! Fiz um vídeo do trajeto do avião até o setor de imigração, link logo abaixo.
 
Abração. 
Mais informações »

sábado, 3 de agosto de 2013

Parlez-vous français quebecois?

E ai Galera?


Um amigo me apresentou um site que eu achei bem interessante para aqueles que queiram ter contato com a língua francesa, principalmente a língua francesa falada no Québec, "un touche spécial". O link a seguir leva ao site Quebec French Guide. Ah... o site é escrito em inglês - pobres dos dois coelhos que nós podemos matar...
Quando tive meu primeiro contato com o francês quebecois falado na rua, confesso que não foi fácil, eles falam muito rápido. Porém com o tempo os ouvidos se habituam. Que você ate começa a falar com o jeito quebequense.
O blog traz entrevistas e curiosidades sobre a língua  ou mesmo o idioma no dia-a-dia. O legal que eles apresentam a escrita da forma falada, como por exemplo, pis...puis e coisas deste tipo e ao ouvir o audio você acaba percebendo quando esses termos quebecois são usados nas frases. Além de ensinar o francês standard para os conservadores!  Ben cool!

Fica a dica, simples e curta! Abraço.   : D
Mais informações »

domingo, 30 de junho de 2013

Francisation Temps Partiel

Bom pessoal, vou tratar aqui de uma utilidade pública: Francisation de Temps Partiel.

Em novembro de 2012 parti para Montreal com o  intuito de conhecer melhor o lugar onde estou querendo morar e participei desse curso. Escrevi um post que misturou as informações, esse aqui: A tal viagem de reconhecimento!!!! Porém agora, vou buscar relatar em detalhes este beneficio que os detentores do CSQ - Certificat de Sélection du Québec podem usufruir, com base nas minhas pesquisas e experiência, por que algumas pessoas me perguntaram como foi o passo a passo, o tipo de visto, a escola, ai vai!  

Solicitei o visto de residente temporário - Estudante, me matriculei antes numa escola particular para ter acesso a este visto. Tinha em mente que teria até 6 meses - dependendo da aprovação do agente de imigração - para permanência nas terras geladas. Fiquei de novembro a janeiro, totalizando 3 meses. A Fracisation temps plein e partiel, geralmente duram um trimestre, ou seja, você tem 4 momento no ano para se matricular. No link abaixo confira as informações oficiais sobre datas para as próximas sessões, como se dividem os cursos, carga horária, centros de formação, etc.



Verifique as datas,escolha o centro de francisation mais próximo de onde você esteja alojado, entra em contato para confirmar os documentos que eles vão demandar - no meu caso somente o CSQ foi necessário - você marca uma avaliação oral, sendo feita pelos representantes do MICC - Immigration et Communautés culturelles Québec, eles irão determinar qual nível você ira estudar.  O agente do MICC me disse que os brasileiros sempre tem um alto nível de conhecimento de francês. Eu fui classificado no bloco 3, modulo 3B ♥♥♥ orgulho de mamãe, esse é o ultimo nível da francisation ♥♥♥  aqui no Brasil estudava na Aliança francesa.

Aos interessados neste curso, ele é ministrado por centros comunitários parceiros do MICC, Cegeps e universidades. Eu escolhi fazer no PROMIS - Promotion Intégration Société nouvelle, pensei no Cegep de Saint Laurent, porém o PROMIS ganhou, sua localização me era conveniente e eles possuem varias ações sociais para recém chegados, como o programa de Régionalisation - apoio para imigrantes que buscam morar fora da região metropolitana de Montreal. Acredito que quando eu voltar para o Québec não vou mais usar a francisation, somente se eu precisar de grana. Acho que os programas particulares das universidades valem mais a pena, por serem mais exigentes, porém estes são pagos

Well, caros coleguinhas, fico por aqui, deixando um grande abraço e boa sorte para aqueles que queiram tentar. Ultimas palavras - VALE A PENA SIM!


  


Mais informações »